26 de abril de 2016

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #13


[Autor: não identificado]
Marca do Comité Olímpico de Portugal, 2000
A atual marca do Comité Olímpico de Portugal foi desenvolvida no ano 2000 com base nos valores olímpicos universais, representados pelos anéis, e pelos valores nacionais: Do ponto de vista formal prevaleceram as características de uma  leitura simultaneamente moderna e tradicional:  dinamismo, concisão gráfica,  imagem de forte impacto e reconhecimento imediato do país.
O desenvolvimento do novo símbolo obedeceu ao tema “ O Homem e a Nação que vencem obstáculos”, pelo que foram escolhidos os “Descobrimentos Portugueses" como referência maior da história de Portugal. É por isso, um símbolo que se enquadra no espirito de competição e participação que os Jogos Olímpicos defendem.
O símbolo nacional e o olímpico surgem em equilíbrio, sendo que o primeiro prevalece em peso para diferenciar o Comité Olímpico de Portugal. A vela apresenta-se insuflada para criar movimento, dinamismo e transmitir atualidade, ao mesmo tempo que enuncia a forma do mundo, o mundo que os portugueses descobriram. As cores respeitam a disposição da bandeira portuguesa, e a tipografia escolhida apresenta todas as características intemporais inerentes às características do trabalho.
[8C: Beatriz Ribeiro. 8E: Ana Nunes]

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #12


Cartaz, Jogos Olímpicos de Verão, Paris 1924
Dois artistas foram escolhidos para projetar cartazes para os Jogos Olímpicos de Paris em 1924: Orsi, um famoso artista gráfico, e Jean Droit, ilustrador e pintor, também conhecido pelar sua contribuição para o Movimento Escutista Europeu. A imagem de Orsi, que deu lugar ao segundo dos cartazes oficiais, recorre a diferentes símbolos, numa composição definida por diferentes planos, de forma a evidenciar o caracter específico da cidade organizadora (Sacre Couer, Torre Eiffell) e a vocação universal da competição atlética.
[8D: Diogo Cruz, Lin Yuan]

23 de abril de 2016

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #11


Estúdio M&C Saatchi LA
Logo e Identidade para a candidatura de LA a cidade Olímpica, 2024

Um esquema gráfico forte tendo por base a utilização de linhas ou barras em preto e branco que, em termos conceptuais, são representativas de alguns aspetos: O alongamento das sombras no movimento do nascer e do por do sol de LA; as pistas em que os atletas competem; o movimento criado pelos atletas e as listras na bandeira americana. O número de linhas referencia os cinco anéis olímpicos, mas também uma profunda urbanidade se pensarmos, por exemplo, no carater gráfico das formas urbanas nas fotos do fotógrafo Walker Evans. Este caracter sai reforçado na representação abstrata das diferentes modalidades, na definição e divisão tipográficas, nos longos hífens que dividem mas também prolongam o carater musical das palavras que representam e nos cartazes reproduzidos em formatos pouco comuns. As cores utilizadas são uma referência às Olimpíadas de 1986, assumidas como herança.


[7A: Carlos Silva, Daniel Silva, Jéssica Rodrigues, Maria Matos Rita Silva. 8C: Rita Assunção. 8D: Margarida Cunha]

13 de abril de 2016

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #10


Roy Lichtenstein  (1923-1997)
Red Horseman. Cartaz para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, 1984
Para além das proezas de Carl Lewis, no âmbito desportivo, ou do caracter hollywoodesco da cerimónia de abertura ficaram, celebres os cartazes desenhados para o evento por alguns dos mais destacados artistas contemporâneos: David Hockney, Robert Rauschenberg,
[8C: Cristiana Monteiro. 8D: Margarida Cunha. 8F: Diogo Magalhães, Celso Andrade]

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #9


[Autor: não identificado]
Cartaz para os Jogos Paralímpicos de Sydney, 2000
A origem do termo "Paralimpíada" é incerta mas parece ter surgido numa contração combinando "Paraplegia" e "Olimpíada". A inclusão de outros grupos de deficiência tornou esta explicação inadequada. A explicação formal atual para o nome é que ele deriva da preposição grega παρά,  pará  ("junto a" ou "ao lado de") e, portanto, refere-se a uma competição realizada em paralelo com os Jogos Olímpicos. A primeira vez que o termo "Paraolímpicos" entrou em uso oficial ocorreu nos Jogos de Verão de 1988, realizados em Seul. "Espírito em Movimento" é o lema do movimento paralímpico introduzido em 2004 nos Jogos Paralímpicos de Atenas e que veio substituir o anterior "Mente, Corpo e Espírito", lançado em 1994
O símbolo dos Jogos Paralímpicos contém três cores, vermelho, azul e verde, que são as cores mais amplamente representadas nas bandeiras das nações. Cada cor está na forma de um  Agito  (que em latim significa "eu me movo"). Os três Agitos circundam um ponto central, que é um símbolo para os atletas se reunirem de todos os pontos do globo. O lema e o símbolo do IPC foram alterados em 2003 para suas versões atuais. A mudança teve a intenção de transmitir a ideia de que os atletas demonstram um espírito de competição e que o IPC como uma organização, percebe o seu potencial e está avançando para alcançá-lo. A visão do IPC é, "permitir que atletas paralímpicos alcancem a excelência desportiva e inspirem e excitem o mundo."
[8C: Barbara Gomes, Beatriz Ribeiro, Rita Assunção]

5 de abril de 2016

As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #8


Estúdio M&C Saatchi LA
Logo e Identidade para a candidatura de LA a cidade Olímpica, 2024

Um esquema gráfico forte tendo por base a utilização de linhas ou barras em preto e branco que, em termos conceptuais, são representativas de alguns aspetos: O alongamento das sombras no movimento do nascer e do por do sol de LA; as pistas em que os atletas competem; o movimento criado pelos atletas e as listras na bandeira americana. O número de linhas referencia os cinco anéis olímpicos, mas também uma profunda urbanidade se pensarmos, por exemplo, no carater gráfico das formas urbanas nas fotos do fotógrafo Walker Evans. Este caracter sai reforçado na representação abstrata das diferentes modalidades, na definição e divisão tipográficas, nos longos hífens que dividem mas também prolongam o carater musical das palavras que representam e nos cartazes reproduzidos em formatos pouco comuns. As cores utilizadas são uma referência às Olimpíadas de 1986, assumidas como herança.

[7A: Carlos Silva, Daniel Silva, Jéssica Rodrigues, Maria Matos Rita Silva. 8C: Rita Assunção. 8D: Margarida Cunha]