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3 de junho de 2016
25 de maio de 2016
15 de maio de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #17
Emil
Ember (…-…)
Cartaz, Olympische
Spiele, Amsterdam, 1928
A imagem mostra um corredor segurando um ramo de
louro, símbolo de vitória. A formulação Olympische Spiele 1928 – Amsterdam,
surge sobre um fundo azul (no original). A bandeira dos Países Baixos flutua em
primeiro plano, ocultando a nudez do atleta.
Os Jogos Olímpicos de Verão de
1928, oficialmente Jogos da IX Olimpíada, realizaram-se na
cidade de Amesterdão, (Países Baixos), entre 17 de maio e 12 de agosto daquele ano, num
clima de paz e prosperidade que viria a anteceder vinte anos de perturbação e
guerra. Nestes Jogos, as mulheres puderam finalmente competir no atletismo. O nível de
competitividade aumentou com o retorno às Olimpíadas dos países
derrotados na Primeira Guerra
Mundial e até então proibidos de participarem:
Alemanha, Áustria, Hungria e Bulgária.
[7G: Celina Wang. 8A: Daniela
Rodrigues, Erica Amorim, Erica Correia, Miguel Batista, Ruben Correia. 8C:
Beatriz Ribeiro]
11 de maio de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #16
Armando
Testa (Itália 1917-Turin 1992)
Cartaz para os Jogos da
XVII Olimpíada, Roma, MCMLX
Foram necessários três concursos para se chegar ao
poster oficial que se apresenta na exposição e que finalmente correspondeu ao
critério imposto pelo Comité Olímpico Italiano: uma representação alegórica
englobando a ideia de desporto olímpico em Roma, os anéis olímpicos e as
palavras Games of the XVII Olympiad – Rome – MCMLX.
O projeto de Armando Testa, um premiado artista
gráfico italiano, foi escolhido entre 212 concorrentes. Fazendo uso da
mitologia romana, a loba com Rômulo e Remo (fundadores lendários de Roma), colocou-os
no topo de uma coluna inspirando-se na famosa estátua em bronze exposta no Palazzo
dei Conservattori, em Roma. As formas recortadas dentro do capitel representam
um atleta e várias pessoas de posição em torno dele. Esta cena alude a um
atleta vitorioso que, segundo o costume antigo, foi autorizado a coroar-se.
[8E: Ana Nunes. 8F: Carolina Meireles, Lara
Vilela, Patrícia Silva]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #15
Estúdio
Kenjiro Sana
Marca para os Jogos
Olímpicos de Tóquio, 2020
O logotipo apresentado, criado pelo estúdio Kenjiro
Sano surge como um mosaico de formas que poderão ser utilizadas em diferentes
momentos, representações. São fortes as alusões a Ikko Tanaka uma das
grandes referências do design japonês no século 20.
Um dos logos que descola deste mosaico é um enorme
"T" estilizado, em alusão às palavras Tóquio, time e tomorrow, com um
círculo vermelho ao lado, referência à bandeira japonesa e às batidas do
coração, e os anéis olímpicos em baixo.
A cor negra da coluna central da imagem representa a diversidade, enquanto a
combinação das cores restantes em forma circular, faz referência a um mundo
inclusivo. Da mesma forma o logo dos Jogos Paralímpicos surge de duas barras
paralelas inspirado pelo sinal universal da igualdade.
Considerado uma copia do símbolo do Teatro de Liége,
de autoria do designer belga Oliver Debie,
o logo viria a ser recusado, sendo posteriormente apresentadas quatro
novas propostas
[8B: Bárbara Pinto, Catarina
Pacheco, Rita Silva. 7A: Carlos Silva, Jéssica Rodrigues, Maria Matos, Daniel
Silva]
7 de maio de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #14
Agência
Dupla Design (Ney Valle e Claudia
Gamba)
Pictogramas do Pan
Rio, 2007
Os Jogos Pan-Americanos de 2007, oficialmente denominados XV Jogos Pan-Americanos,
foram um evento multidesportivo realizado em julho na cidade do Rio de Janeiro.
"A linguagem desenvolvida para os Jogos Rio
2007 é essencialmente carioca/brasileira. E os Pictogramas Rio 2007 foram
inspirados nos mosaicos dos calçadões das praias do Rio, nas famosas escadas de
Santa Teresa [bairro do Rio] e nos vitrais, que marcaram a nossa arquitetura.
Todos eles são formados por cacos coloridos que constroem a figura do atleta no
fundo branco, num jogo de fundo-figura inverso ao que existe na Marca Rio 2007,
onde o contorno da asa do pássaro tem a forma do Pão de Açúcar, cartão-postal
do Rio. Além da figura do atleta, usamos grafismos auxiliares, que nos
permitiram, por exemplo, representar as cinco modalidades do pentatlo, coisa
que não encontramos em nossas pesquisas, em pictos de outros jogos".
Palavras de Ney Valle e Claudia Gamboa [Dupla Design]:
[8C; Beatriz Ribeiro, Barbara
Gomes, Rita Assunção. 8E: Liana Isabel, Ana Nunes. Barbara Pinto, Catarina
Pacheco, Tiago Pereira, Cristiana Monteiro. 8D: Inês Sá, Joana Sá, Margarida
Cunha. 8F: Diogo Magalhães, Celso Andrade]
26 de abril de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #13
[Autor:
não identificado]
Marca do Comité
Olímpico de Portugal, 2000
A atual marca do Comité Olímpico de Portugal foi
desenvolvida no ano 2000 com base nos valores olímpicos universais,
representados pelos anéis, e pelos valores nacionais: Do ponto de vista formal
prevaleceram as características de uma leitura
simultaneamente moderna e tradicional:
dinamismo, concisão gráfica,
imagem de forte impacto e reconhecimento imediato do país.
O desenvolvimento do novo símbolo obedeceu ao tema “
O Homem e a Nação que vencem obstáculos”, pelo que foram escolhidos os
“Descobrimentos Portugueses" como referência maior da história de
Portugal. É por isso, um símbolo que se enquadra no espirito de competição e
participação que os Jogos Olímpicos defendem.
O símbolo nacional e o olímpico surgem em
equilíbrio, sendo que o primeiro prevalece em peso para diferenciar o Comité
Olímpico de Portugal. A vela apresenta-se insuflada para criar movimento, dinamismo
e transmitir atualidade, ao mesmo tempo que enuncia a forma do mundo, o mundo
que os portugueses descobriram. As cores respeitam a disposição da bandeira
portuguesa, e a tipografia escolhida apresenta todas as características
intemporais inerentes às características do trabalho.
[8C: Beatriz Ribeiro. 8E: Ana
Nunes]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #12
Cartaz, Jogos Olímpicos
de Verão, Paris 1924
Dois artistas foram escolhidos para projetar
cartazes para os Jogos Olímpicos de Paris em 1924: Orsi, um famoso artista
gráfico, e Jean Droit, ilustrador e pintor, também conhecido pelar sua
contribuição para o Movimento Escutista Europeu. A imagem de Orsi, que deu
lugar ao segundo dos cartazes oficiais, recorre a diferentes símbolos, numa
composição definida por diferentes planos, de forma a evidenciar o caracter
específico da cidade organizadora (Sacre Couer, Torre Eiffell) e a vocação
universal da competição atlética.
[8D: Diogo Cruz, Lin Yuan]
23 de abril de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #11
Logo e Identidade para
a candidatura de LA a cidade Olímpica, 2024
Um esquema gráfico forte tendo por base a
utilização de linhas ou barras em preto e branco que, em termos conceptuais,
são representativas de alguns aspetos: O alongamento das sombras no movimento
do nascer e do por do sol de LA; as pistas em que os atletas competem; o
movimento criado pelos atletas e as listras na bandeira americana. O número de
linhas referencia os cinco anéis olímpicos, mas também uma profunda urbanidade
se pensarmos, por exemplo, no carater gráfico das formas urbanas nas fotos do
fotógrafo Walker Evans. Este caracter sai reforçado na representação abstrata
das diferentes modalidades, na definição e divisão tipográficas, nos longos
hífens que dividem mas também prolongam o carater musical das palavras que
representam e nos cartazes reproduzidos em formatos pouco comuns. As cores
utilizadas são uma referência às Olimpíadas de 1986, assumidas como herança.
[7A: Carlos Silva, Daniel Silva, Jéssica
Rodrigues, Maria Matos Rita Silva. 8C: Rita Assunção. 8D: Margarida Cunha]
13 de abril de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #10
Roy
Lichtenstein (1923-1997)
Red Horseman. Cartaz para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, 1984
Para além das proezas de Carl Lewis, no âmbito
desportivo, ou do caracter hollywoodesco da cerimónia de abertura ficaram,
celebres os cartazes desenhados para o evento por alguns dos mais destacados
artistas contemporâneos: David Hockney, Robert Rauschenberg,
[8C: Cristiana Monteiro. 8D:
Margarida Cunha. 8F: Diogo Magalhães, Celso Andrade]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #9
[Autor:
não identificado]
Cartaz para os Jogos
Paralímpicos de Sydney, 2000
A origem do termo "Paralimpíada" é incerta
mas parece ter surgido numa contração combinando "Paraplegia" e "Olimpíada". A inclusão de
outros grupos de deficiência tornou esta explicação inadequada. A explicação
formal atual para o nome é que ele deriva da preposição grega παρά, pará
("junto a" ou "ao lado de") e, portanto, refere-se a uma
competição realizada em paralelo com os Jogos Olímpicos. A primeira vez que o
termo "Paraolímpicos" entrou em uso oficial ocorreu nos Jogos de
Verão de 1988, realizados em Seul. "Espírito em Movimento" é o
lema do movimento paralímpico introduzido em 2004 nos Jogos Paralímpicos de
Atenas e que veio substituir o anterior "Mente,
Corpo e Espírito", lançado em 1994
O símbolo dos Jogos Paralímpicos contém três cores,
vermelho, azul e verde, que são as cores mais amplamente representadas nas
bandeiras das nações. Cada cor está na forma de um Agito (que em latim
significa "eu me movo"). Os três Agitos circundam um ponto
central, que é um símbolo para os atletas se reunirem de todos os pontos do
globo. O lema e o símbolo do IPC foram alterados em 2003 para suas versões
atuais. A mudança teve a intenção de transmitir a ideia de que os atletas
demonstram um espírito de competição e que o IPC como uma organização, percebe
o seu potencial e está avançando para alcançá-lo. A visão do IPC é, "permitir
que atletas paralímpicos alcancem a excelência desportiva e inspirem e
excitem o mundo."
[8C: Barbara Gomes, Beatriz
Ribeiro, Rita Assunção]
5 de abril de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #8
Logo e Identidade para
a candidatura de LA a cidade Olímpica, 2024
Um esquema gráfico forte tendo por base a
utilização de linhas ou barras em preto e branco que, em termos conceptuais,
são representativas de alguns aspetos: O alongamento das sombras no movimento
do nascer e do por do sol de LA; as pistas em que os atletas competem; o
movimento criado pelos atletas e as listras na bandeira americana. O número de
linhas referencia os cinco anéis olímpicos, mas também uma profunda urbanidade
se pensarmos, por exemplo, no carater gráfico das formas urbanas nas fotos do
fotógrafo Walker Evans. Este caracter sai reforçado na representação abstrata
das diferentes modalidades, na definição e divisão tipográficas, nos longos
hífens que dividem mas também prolongam o carater musical das palavras que
representam e nos cartazes reproduzidos em formatos pouco comuns. As cores
utilizadas são uma referência às Olimpíadas de 1986, assumidas como herança.
[7A: Carlos Silva, Daniel Silva, Jéssica
Rodrigues, Maria Matos Rita Silva. 8C: Rita Assunção. 8D: Margarida Cunha]
29 de março de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #7
Wolff Olins
[empresa fundada em Camden Town,
Londres, em 1965 pelo designer Michael Wolff e pelo advertising executive
Wally Olins]
Logotipo para os Jogos
Paralímpicos, Londres, 2012
Pela
primeira vez, na história, os Jogos Olímpicos e os Paralímpicos tiveram o mesmo
logotipo. Desenhado pela Wolff Olins, e apresentado
em 4 de Junho de 2007, é uma estilização do número 2012, ano de realização dos
Jogos. Na versão paralímpica os Anéis Olímpicos são substituídos
pelos Agitos.
[7A: Rita Silva, Carlos Silva, Jéssica
Rodrigues, Maria Matos, Daniel Silva. 8C: André Carvalho, Beatriz Ribeiro, Joana
Oliveira, Rita Assunção. 8D: Cristiana Monteiro, Margarida Cunha]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #6
Vladimir
Arsentyev
Cartaz para os Jogos Olímpicos de Moscovo, 1980
O emblema oficial foi criado por Vladimir Arsentyev.
Acima dos anéis olímpicos encontramos linhas paralelas na forma de uma pirâmide,
e uma estrela de cinco pontas, evocando as estrelas do Kremlin. Numa segunda
versão foi introduzida a pomba da Liberdade.
Os Jogos Olímpicos de Moscovo foram os primeiros a realizar-se
na Europa Oriental. Foram também os primeiros a realizar-se num país
socialista. A intervenção soviética no Afeganistão levou a que 65 países
liderados pelos Estados Unidos boicotassem os Jogos
[8E: Liana Isabel, Nelson
Pinto, Pedro Costa]
28 de março de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #5
[Autor:
não identificado]
Rótulo para caixa de
fósforos. Jogos Olímpicos de Tóquio, 1964
As ilustrações destinavam-se a publicitar na Polónia
os Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964. É de destacar o máximo efeito obtido com
o reduzido número de meios expressivos: contraste entre forma e fundo,
estilização das figuras e fonte de letra. Notável a capacidade destas pequenas
imagens resistirem a grandes ampliações, como se comprova.
[8C: Beatriz Ribeiro.
8D: Cristiana Monteiro]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #04
[Autor:
não identificado]
Rótulo para caixa de
fósforos. Jogos Olímpicos de Tóquio, 1964
As ilustrações destinavam-se a publicitar na Polónia
os Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964. É de destacar o máximo efeito obtido com
o reduzido número de meios expressivos: contraste entre forma e fundo,
estilização das figuras e fonte de letra. Notável a capacidade destas pequenas
imagens resistirem a grandes ampliações, como se comprova.
[8C: Beatriz Ribeiro.
8D: Cristiana Monteiro]
9 de março de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #03
[Autor:
não identificado]
Emblema dos Jogos
Olímpicos de Helsínquia, 1952
Apresentado como cartaz na presente exposição e de
composição simples e clara, o emblema que foi usado pelos dignatários e
convidados VIP aos Jogos representa a torre do Estádio Olímpico de Helsínquia,
com os anéis olímpicos no topo.
O Estádio Olímpico foi projetado em estilo funcionalista
pelos arquitetos Yrjö Lindegren e Toivo Jäntti. A construção iniciou-se em 1934
e foi concluída em 1938, de forma a albergar os Jogos Olímpicos de Verão de
1940, transferidos de Tóquio para Helsínquia, antes de serem cancelados devido
à Segunda Guerra Mundial.
[8D: Cristiana
Monteiro, Margarida Cunha]
26 de fevereiro de 2016
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #02
Emblema para os Jogos
Olímpicos de Munique, 1972
Otl Aicher também conhecido como Otto Aicher, foi um
dos maiores designers gráficos alemães do século XX. O emblema que
projetou para os Jogos Olímpicos de Munique, e que se engloba no projeto Radiant Munique, uma coroa de raios de
luz "Bright Sun", simboliza o espírito dos jogos: luz, frescura,
generosidade e alude a vitalidade cultural e desportiva de Munique. Escolhido
entre 2.333 projetos, foi utilizado em gradações coloridas por Victor Vasarely,
o conhecido artista da pop-art e considerado um dos mais significativos logos
de todos os tempos.
Oficialmente conhecido como os Jogos da XX
Olimpíada, a natureza desportiva do evento ficaria ensombrada pelo
"massacre de Munique no qual onze atletas israelitas e um polícia da
Alemanha federal foram mortos por elementos do grupo "terrorista"
Setembro Negro, uma fação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Cinco palestianos foram também mortos.
Os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 foram os
segundos a ser realizados na Alemanha, após os Jogos de 1936 em Berlim [ver
exposição n.º 03], que tiveram lugar sob o regime nazi. Ciente da conexão, o
Governo da Alemanha Ocidental aproveitou a oportunidade para apresentar ao
mundo uma nova Alemanha, democrática e otimista, como mostra o lema dos jogos:
"Die Heiteren Spiele ", ou" Os Jogos alegres " .
Os cartazes e as artes
A síntese entre arte e o desporto encontra-se no
amago da identidade visual destes Jogos. Os cartazes artísticos produzidos para
o efeito, pela sua distribuição alargada, permitiram a promoção de Munique
enquanto cidade de cultura. Foram amplamente distribuídos em instituições
culturais, tais como universidades e museus, cartazes de David Hockney , Pierre
Soulages , RB Kitaj, etc.,.
[7G: Celina Wang, Rita Cardoso]
As Artes Gráficas nos Jogos Olímpicos #01
Cartaz para os Jogos
Olímpicos de Atlanta, USA, 1980
Para celebrar o centenário dos Jogos Olímpicos da
era moderna, Primo Angeli criou um cartaz que combina símbolos clássicos e
contemporâneos. O atleta está no centro da ilustração, num fundo de cores
olímpicas. A intenção declarada do artista é representar uma figura ambígua,
homem e mulher, simultaneamente, bem como todas as etnias dos participantes nos
Jogos.
Os 100 anos do Movimento Olímpico não poderiam ter
sido comemorados de forma mais contraditória. Embora Atlanta tenha tido o
privilégio de sediar as maiores e mais sofisticadas Olimpíadas da história, a
submissão dos membros do Comitê Olímpico Internacional à máquina
norte-americana da Coca-Cola foi um capítulo nebuloso. Não bastasse isso, os
Jogos viveram seu segundo ato de "terrorismo", com a explosão de uma
bomba no superlotado Parque Olímpico, que matou duas pessoas e trouxe o medo de
volta ao cenário olímpico
[8B: Bárbara Pinto, Catarina Pacheco, Tiago Pereira.
8E: Liana Isabel. 8C: Beatriz Ribeiro. 8G: Ruben Portela, Sandra Carvalho]
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